Com lesão muscular, Alessandro não enfrenta a Penapolense

O fisioterapeuta do clube, Anderson Tomelin, disse que quando ele estiver pronto, será liberado 

O lateral-direito Alessandro, do Metropolitano, está fora do confronto contra a Penapolense. O jogador, que é o capitão da equipe de Blumenau na temporada, está se recuperando de uma lesão muscular, porém ainda não está pronto para atuar. Para o seu lugar, o lateral Ari deve ser o escolhido pelo técnico Abel Ribeiro. 

 O jogador foi pivô de uma polêmica com o Criciúma durante o Campeonato Catarinense, dizendo que o time do Sul do Estado não ganharia a partida em Blumenau. Mas a provocação não funcionou. O Tigre venceu o Metropolitano na ocasião por 4 a 0, calando o Sesi e também o lateral experiente, que deve ter se arrependido do feito.

 O próximo jogo do Metropolitano pela Série D do Campeonato Brasileiro é neste sábado, 9, às 15h no estádio Tenente Campo, contra a Penapolense. Com uma boa vitória, o time catarinense pode até alcançar a liderança da competição.Fonte:Futebol SC

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Metropolitano acerta retorno do volante Everton Cezar

Na tarde desta segunda-feira, dia 4, o Clube Atlético Metropolitano apresentou oficialmente mais um reforço para a sequência da temporada. Trata-se do volante Everton Cezar, de 30 anos, que estava no Maringá, do Paraná. 

 Natural de Santo Antônio da Platina, Everton foi um dos destaques do Verdão do Vale no último Campeonato Catarinense. O jogador se mostrou empolgado em voltar a atuar em Blumenau. “O Metropolitano tem uma grande estrutura e isso é sempre o que um jogador procura”, afirmou. 

 No período da manhã, o Metropolitano já havia iniciado os treinamentos o lateral-esquerdo Marcelo Cordeiro e o volante Hiroshi.Fonte:Metropolitano.net

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APITO INICIAL

Há exatamente 12 anos o Metropolitano entrava no gramado do Sesi para disputar seu primeiro jogo oficial.  
Eu estava lá na arquibancada, sem saber ao certo no que viria se tornar este clube. 

 De lá pra cá muitas coisas aconteceram. Em especial, fiz boas e grandes amizades e aprendi que nada, absolutamente nada dentro do futebol é melhor do que uma vitória do Metropolitano. 

 O clube nasceu de verdade ali, naquele 4 de agosto de 2002. Não copiou o nome de ninguém, não copiou o uniforme de ninguém e nem tomou pra si o que é dos outros. 

 Hoje, 373 jogos oficiais e 550 gols marcados depois, continuamos juntos. Até o fim. Fonte:Metrozêra

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Confronto com a Penapolense é encarado com seriedade por Cícero

Como o Metropolitano folga neste fim de semana, os trabalhos têm sido intensificados nos treinamentos visando o próximo compromisso no Campeonato Brasileiro da Série D. No dia 9 de agosto, o Verdão do Vale enfrenta a Penapolense, no interior de São Paulo. A meta traçada é retornar com pontos na bagagem. 

O volante Cícero observa de maneira positiva os dias de treinamentos para acertar ajustes e procurar um desenvolvimento do futebol do time. “Temos esse período de treinamentos para que possamos corrigir as falhas que tivemos diante do Londrina. Vamos aproveitar esse tempo para trabalhar e trazer o lado que mostramos naquele jogo. Precisamos nos concentrar para a próxima partida”, afirmou. 

 Por outro lado, Cícero também aproveitar para explanar um pouco do que pensa que seja necessário nos próximos desafios. “É muito importante não deixarmos de somar os três pontos em casa e tentar buscar fora. Não foi possível somar contra o Londrina, mas o nosso pensamento vai ser o mesmo contra a Penapolense. Não podemos perder e temos que voltar, no mínimo, com um empate”, concluiu. Fonte:Metropolitano.net

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NOVOS NOMES

EFEITOS COLATERAIS 

 O Metropolitano continua colhendo os maus frutos do jogo de domingo passado, em Londrina. Não bastasse ter tido as expulsões do treinador Abel Ribeiro, do lateral Juninho e do gol sofrido irregularmente, foi confirmada ontem a notícia de que o meia-atacante Aldair irá parar por 60 dias. Bastaram 2 minutos dele em campo - entrou no lugar de Lauro César - para sofrer uma entrada violenta de um dos jogadores adversários. Como todas as substituições já haviam sido feitas, Aldair continuou no gramado apenas "fazendo número" pelo restante da partida. A arbitragem nada marcou no lance. Nem falta, nem cartão, nada. Tudo certo e lindo. 

 DIRETORIA TRABALHANDO 

 Por estas e outras, o departamento de futebol do clube está no mercado procurando reforços. Quais, para onde, não sei. Eu, pessoalmente, iria urgente atrás de um lateral-esquerdo e de um meia-atacante. O meia, por razões óbvias, já que quebraram o Aldair. O lateral, pois não temos um, de ofício, desde a saída do Allan ano passado. Pra mim, o Ari é reserva do Alessandro na direita. Usar insistentemente o Ari na esquerda acaba queimando até mesmo o jogador. Sim, eu sei que dizem que ele foi revelado no Vasco na esquerda, mas ele é destro e esse detalhe é importantíssimo. O Júnior, ex-lateral da Seleção, campeão brasileiro e da Libertadores com o Flamengo, era um caso destes: destro, atuava na lateral-esquerda. Mas o Ari não é o Júnior. Na esquerda, o Ari pode ser útil numa situação esporádica, de improviso. Foi muito decisivo lá em Ibirama, quando vencemos por 1-0 no Catarinense. Mas era o Atlético de Ibirama, que quase foi rebaixado. Nós estamos na Série D querendo subir pra C. É diferente, se é que me entendem. Vanderson foi bem na lateral-esquerda do Metropolitano em 2005. 

MALDIÇÃO?
 Já sofremos bastante com a lateral-esquerda do Metropolitano. Muito mais do que com a direita. Casos de
improvisações, não faltam. Além do Ari, Alex Albert, Paulinho, Fábio Fidélis, Xipote, até mesmo o Alexandre Carvalho (zagueiro), ano passado lá em Caxias do Sul, pois o Allan foi expulso aqui no Sesi, lembram? O próprio Geovani, no atual elenco, atuou na lateral-esquerda em 2006 (até que foi bem). É maldição? Nada. É a falta de contratar alguém do ramo. Já que perguntar não ofende, por onde anda o Rafinha, com passagens boas aqui em 2011 e 2013? É o lateral que mais marcou gols pelo Metropolitano (9) e tem uma excelente bola parada - quem cobra as faltas de longa distância para nós, hoje?

 REGISTRO

 Essa foto aí do Vanderson foi tirada no primeiro jogo do Metropolitano pela 1a Divisão do Catarinense, dia 23 de janeiro de 2005. Reparem nos detalhes em vermelho na camisa. O então presidente Billy ficou maluco com isso. Mas, como o fabricante enviou o material em cima da hora, não teve como o Metrô entrar em campo de outro jeito. Na segunda partida, domingo seguinte no Sesi, o uniforme já estava nos conformes. Fonte:Metrozêra

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